Polícia Militar do Estado do Piauí

A Polícia Militar do Estado do Piauí (PMPI) tem por função primordial o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública no Estado do Piauí. Ela é Força Auxiliar e reserva do Exército Brasileiro e integra o Sistema de Segurança Pública e Defesa Social do Brasil. Seus integrantes são denominados militares dos Estados,[1] assim como os membros do Corpo de Bombeiros do Estado.

Veículo do RONE.
Viaturas em uso atualmente pela PMPI
Estátua de Tiradentes, feita por Clauberto Santos, na praça do palácio do QCG.
Posto da Força Pública no Anuário do Piauí em 1935. Na frente, em alto relevo, tem o brasão do Piauí e a inscrição “Força Publica”
Quartel da Força Pública do Piauí em 1935. Atual Central de Artesanato Mestre Dezinho. (Foto: Anuário Piauí 1935)

Polícia Militar do Estado do Piauí

Palácio do Quartel do Comando Geral
País  Brasil
 Piauí
Estado Piauí
Subordinação Wellington Dias
Sigla PMPI
Criação 25 de junho de 1835
Patrono Tiradentes
Marcha Canção da PMPI
Lema Guardiã da Sociedade
Logística
Efetivo 6.255 PMs (2021)
Insígnias
Brasão da Polícia Militar do Piauí
Comando
Comandante Coronel PM Lindomar Castilho Neto
Sede
Guarnição Teresina
Endereço Avenida Higino Cunha
Internet «Página Oficial»
Tropas em um BPM.
Robinson R44 Raven II da Polícia Militar do Estado do Piauí
Polícia Militar do Estado do Piauí fazendo treinamento no Litoral do Piauí

. . . Polícia Militar do Estado do Piauí . . .

Edifício histórico do antigo quartel da Força Pública, na Praça Pedro II, em Teresina, atual Central de Artesanato Mestre Dezinho.

Desde o tempo do período colonial que o governo da Capitania do Piauí já possuía uma tropa policial como também nos anos inicias do Império do Brasil e sua oficialização como estrutura policial veio com a resolução provincial nº 13, de 25 de junho de 1935, que institui o Corpo de Polícia Provincial da Província do Piauí. Por documentação de 1845 a corporação passou, na prática ter salário maior que o dos militares do exército época em que passou a adotar o regulamento do Conde de Lippe para o disciplinamento institucional. Em 1859, pela resolução 457, determinou que seus membros ficariam sujeitos a castigos físicos como penalidade por delitos cometidos por policiais, mas em 1865 outro documento manda abolir o castigo físico, mas impõe a perda proporcional de vencimentos sem prejuízos de outra pena correcional.[2][3]

Quartel sede do Comando Geral da PMPI, localizado na Avenida Higino Cunha, nº 1750 Bairro Ilhotas Teresina-PI, para o melhor andamento das atividades administrativas, há no QCG várias Seções e Diretorias.

Órgãos de apoio:

  • 1ª Seção do Estado Maior Geral (PM/1)
  • 2ª Seção do Estado Maior Geral (PM/2)
  • 3ª Seção do Estado Maior Geral (PM/3)
  • 4ª Seção do Estado Maior Geral (PM/4)
  • 5ª Seção do Estado Maior Geral (PM/5)
  • 6ª Seção do Estado Maior Geral (PM/6), órgão de planejamento e orçamento.[4]
  • Ajudância Geral

Os órgãos de direção:

  • DP – Diretoria de Pessoal;
  • DAL – Diretoria de Apoio Logístico;
  • DEIP Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa;
  • DITEL – Diretoria de Telemática, constitui órgão de direção responsável, no âmbito da Policia Militar, pela qualidade, inovação, atualização tecnológica, suporte, treinamento, desenvolvimento e manutenção de sistemas, bem como pela manutenção do banco de dados, rede de rádio e de computadores da instituição.[5]

A PMPI é dividida em 04 (quatro) grandes comandos, sediados no QCG:

  • Comando de Policiamento da Capital (CPC)
  • Comando de Policiamento do Interior (CPI)
  • Comando de Missões Especiais (CME)
  • Comando de Policiamento Comunitário (CPCom)

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